Se esconde nas sombras que se movem
Nos objetos que não mais servem,
Nas pessoas que nunca mais vimos
Na podridão das frutas que não foram colhidas
Nas lembranças nunca esquecidas...
Nas estradas que nos separam,
Nos sorrisos ja calados,
Nas lágrimas que secaram
Nos meus versos declamados...
Nas fotos que se desbotam
Nas cartas que amarelam,
Nas crianças que crescem
Nas rugas que aparecem...
Num vidro seco de perfume,
No ar puro de outrora
No derradeiro ciúme,
Em tudo o que penso agora...
Não se esvazia,
Não se esconde
Não morre,
Só existe.
Perdê-lo é viver em vão...
O tempo...
Nos objetos que não mais servem,
Nas pessoas que nunca mais vimos
Na podridão das frutas que não foram colhidas
Nas lembranças nunca esquecidas...
Nas estradas que nos separam,
Nos sorrisos ja calados,
Nas lágrimas que secaram
Nos meus versos declamados...
Nas fotos que se desbotam
Nas cartas que amarelam,
Nas crianças que crescem
Nas rugas que aparecem...
Num vidro seco de perfume,
No ar puro de outrora
No derradeiro ciúme,
Em tudo o que penso agora...
Não se esvazia,
Não se esconde
Não morre,
Só existe.
Perdê-lo é viver em vão...
O tempo...

Nenhum comentário:
Postar um comentário